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Cartier-Bresson, nascido a 22 de agosto de 1908 perto de Paris, mostrou cedo a sua paixão pela pintura, com um interesse especial pelo surrealismo, mas foi na Costa do Marfim em 1932 quando descobriu a Leica, uma câmara que se converteu na sua companheira de viagens, que se tornou fotógrafo.
O artista, retratou Matisse, Rouault, Braque, Bonard e Claudel e a sua câmara testemunhou em 1944, a libertação de Paris. Todos os recantos da capital francesa desfilaram pela objectiva deste fotógrafo, considerado o mais parisiense dos grandes retratistas desta cidade, entre quais estão Robert Doisneau, Brasaï ou Willy Rois.
Foi co-fundador da prestigiosa agência Magnum em 1947, e ao longo da sua carreira criou uma reputação que lhe permitiu ser o primeiro fotógrafo a expor no Museu do Louvre, em 1955.
Realizou grandes reportagens na China, Cuba, México, Canadá, Estados Unidos, India e Japão.
Agora, uma dupla exposição recorda o fotógrafo que tantas vezes retratou a cidade-luz.
A Casa Europeia da Fotografía acolhe até 30 de Agosto mais de 320 instantâneos tomados na sua maioria em Paris entre 1932 e 1970.
No âmbito desta mostra , em cada sábado e domingo serão projectadas três películas sobre o fotógrafo: Henri Cartier-Bresson, l'amour tout court (2001), A travers le monde avec Henri Cartier-Bresson (1956) e Magnum, une agence et des hommes (1990).
O Museu de Arte Moderno da Cidade de Paris prepara para 19 de Junho, uma reconstrução da exposição que o artista francês concebeu em 1978.
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