© Joan Colom
O fotógrafo Joan Colom (Barcelona, 1921), doou o seu arquivo completo formado por cerca de 9.500 fotografias e respectivos negativos, um filme de 25 minutos da sua autoria e uma grande quantidade de documentação ao Museu Nacional de Arte de Catalunha (MNAC).
´´É um momento histórico, actos deste género não são frequentes”, disse Miquel Roca, presidente do MNAC, agradecendo a Colom “a sua generosidade, totalmente desinteressada e sem condições”.
Colom, trabalhou durante toda a sua vida como contabilista, o que lhe permitiu dedicar-se a fotografia com total liberdade.
Em 1964, interrompeu a sua actividade fotográfica devido a uma queixa de uma prostituta. A mulher reconheceu-se numa das fotografias do livro ”Izas, rabizas y colipoterras” publicado pela Lumen em 1964, com textos de Camilo José Cela.
Só no princípio dos anos 90 voltou a fotografar. Agora a cores.
Em 2002 foi galardoado com o Prémio Nacional de Fotografia concedido pelo Ministério de Cultura de Espanha, em 2003 com a Medalha de Ouro ao Mérito Cultural concedida pelo Ayuntamiento de Barcelona, em 2004 com o Prémio Nacional de Artes Visuais e em 2006 com a Cruz de S. Jorge, concedida pelo Governo da Catalunha.
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