segunda-feira, 1 de julho de 2013

"Mundi Prospectus", de Luís Reina


Luís Reina apresenta “Mundi prospectus“, uma exposição de fotografia e pintura na Galeria 302 (Rua 5 de Outubro, 302 – Porto).
Sobre a exposição, diz Luís Reina: “Vamos viajar pelas 4 estações do ano, pelos ecossistemas naturais e urbanos e finalizamos com uma pincelada colorida sobre papel branco. Venham conhecer algumas das paisagens deste mundo.”
A inauguração, será pelas 18h00 do dia 5 de Julho e estará patente ao público até 30 de Agosto, das 9h00 às 21h00, dos dias úteis.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

"Point de vue du Gras", a mais antiga fotografia


Point de vue du Gras, 1826 © Nicéphore Niepce
Esta é a imagem da casa de Nicéphore Niepce, em Saint-Loup-de-Varennes, Borgonha (centro da França). Uma imagem pouco interessante, mas que corresponde ao início da fotografia.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Luís Reina expõe "Cais da Saudade", em Lisboa

 
 
© Luís Reina
 
Cais da Saudade” é a exposição em que Luís Reina nos mostra a sua particular visão do Parque das Nações, em Lisboa.
Pode ser vista no Clube de Colaboradores da AXA (Edifício Entreposto – Av. Infante D. Henrique, Porta 2 – 3º Piso – Lisboa), de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 17:00 horas, até ao dia 28 deste mês.
 
Pode ver aqui o blog do fotógrafo.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

"Praga ’57" mostra-nos fotografias inéditas de Gérard Castello-Lopes

© Gérard Castello-Lopes
 
Gérard Castello-Lopes (Vichy, 1925 — Paris, 12 de Fevereiro de 2011) foi um fotógrafo português e distribuidor de cinema da famosa empresa Filmes Castello-Lopes.
Licenciado em economia pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, foi um autodidacta que aprendeu toda a técnica fotográfica através dos livros.
A obra deste fotógrafo só em 1982 teve divulgação em Portugal com a exposição organizada por António Sena na Galeria Ether, em Lisboa e com a edição do seu livro  Perto da Vista” que surgiria dois anos depois.
Praga ’57: as fotografias inéditas de Gérard Castello-Lopes” é um conjunto de pouco mais que duas dezenas de imagens obtidas numa curta viagem à Checoslováquia, em Dezembro de 1957.
Pode ser vista até 27 de Julho, na FNAC do Chiado, em Lisboa.
Pode ver aqui algumas imagens da exposição.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sebastião Salgado ou "O drama silencioso da fotografia"

Campo de Shamak para afegãos deslocados. Pul-i-Kumri, norte do Afeganistão. 1996
© Sebastião Salgado
O fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, nasceu em Aimorés (Minas Gerais) em 1944. É hoje um dos mais respeitados fotógrafos mundiais.

"Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair" diz Sebastião Salgado, que entrou no mundo da fotografia já depois dos 30 anos e de um doutoramento em economia.

Neste vídeo conta a sua história pessoal de uma arte que quase o matou, mostrando também fotografias do seu projecto “Génesis” que engloba pessoas e lugares esquecidos.

Veja aqui legendado em português o “drama silencioso da fotografia”.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Morreu Mario de Biasi, um dos maiores vultos da fotografia italiana


Os italianos voltam-se, Milão 1954 © Mario de Biasi
 
No passado dia 27 de Maio, morreu Mario de Biasi (1923-2013), um dos maiores vultos da fotografia italiana.
 
Ferreira Fernandes, escreveu a propósito no Diário de Notícias, de ontem:"Mario De Biasi foi o grande repórter fotográfico do levantamento de Budapeste, em 1956, mas foi outra foto sua que me ficou estampada na memória. De Biasi é o autor da foto que teve o mesmo papel das alcachofras alla giudia, os contos de amores difíceis de Italo Calvino e as cores velhas de Roma - o de formar a minha ideia de Itália. Ele deu àquela foto um nome irónico: "Os italianos voltam-se" (1954). Com uma exceção, a do homem com o jornal dobrado no bolso, toda a multidão de homens não se volta (pelo menos, ainda): encara uma mulher. Todos, o da lambreta, os que sorriem e os que a medem, o operário gingão e o burguês engravatado, de barba cinzenta e cuidada, todos (mais de 20 capazes de serem reconhecidos) olham-na de frente, a ver chegar a Dama de Branco. Ela vai para eles. No centro da foto que lhe presta homenagem, ela, toda de branco, sapatos, malinha de mão e vestido que, justo, lhe vem da meia perna, subindo, coleante. As curvas, outra ironia, são também evocadas por uma tabuleta naquela praça: "Zucca". Em italiano quer dizer melancia. Não sabemos se os italianos se vão voltar; provavelmente, vão. E ela talvez goste do efeito que causa, há uma satisfação sugerida pela inclinação da nuca. De Biasi morreu esta semana, em tempos em que é raro o que aquela foto mostra. Caiu em desuso olhar assim e gostar de ser olhada assim (e por algumas boas razões). Mas uma coisa é certa: o objeto daqueles olhares é soberbo."
 
Esta foto  retrata a jovem actriz Moira Orfei e está exposta no museu Guggenheim de New York.
De Biasi recebeu em 2003, o título de Mestre da Fotografia Italiana, atribuído pela Federação Italiana de Fotografia. Em 2006, a cidade de Milão atribuiu-lhe o Ambrogino d`oro, o seu maior galardão.