sexta-feira, 29 de abril de 2011

Chaskielberg venceu o 2011 Sony World Photography Awards

© Alejandro Chaskielberg

Considerado pela revista norte-americana PDN, um dos 30 novos talentos da fotografia o argentino Alejandro Chaskielberg (Buenos Aires, 1977), foi o vencedor do 2011 Sony World Photography Awards.

Chaskielberg recebeu o troféu L’Iris D’Or e um prémio monetário, no valor de aproximadamente 17 mil euros, entregue na passada quarta-feira em Londres. O argentino passa também a integrar a Academia Fotográfica Mundial, junto dos vencedores das edições anteriores, a britânica Vanessa Winship (2008), o norte-americano David Zimmerman (2009) e o italiano Tommaso Ausili (2010).

O fotógrafo, graduado pelo Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais da Argentina, começou a sua carreira aos 18 anos num jornal de Buenos Aires. O trabalho premiado – entre 105 mil imagens, oriundas de 162 países - intitulado “La creciente”, mostra a comunidade de habitantes das ilhas do delta do rio Paraná, a poucos quilómetros de Buenos Aires.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

“A distância do sentir” de Javier Diaz Saiz, em Penafiel

© Javier Diaz Saiz

A cidade de Penafiel recebe através da Galeria Gabinete (Rua Alfredo Pereira, 3) a exposição A distância do sentir” com fotografias do espanhol Javier Diaz Saiz (Bilbau, 1951) .
 
Segundo Diaz Saiz: “ Este projecto fotográfico nasceu do encontro com a paisagem do norte de Portugal, que me incitou a investigar o seu passado, transportando-me até às magníficas casas e solares desse Minho antigo e poderoso.

A partir deste ponto, fui ao encontro de situações que funcionassem por contraste, colocando personagens dentro dessa atmosfera carregada de mistério e história, onde os solares funcionavam como... contraponto neste mundo contemporâneo rápido, em que os personagens flutuam como uma nuvem espessa e reconfortante, como num jogo de reconstrução da memória perdida.”

A exposição pode ser visitada até 3 de Junho.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Victor Melo vence o concurso "Urban Photographer of the Year”

© Victor Melo

O fotógrafo português Victor Melo venceu o concurso "Urban Photographer of the Year", aberto a todos os fotógrafos profissionais e amadores da Europa, Médio Oriente e África.

 O júri constituído por fotógrafos profissionais, escolheu a imagem captada pelo fotógrafo de Coimbra (residente em Sintra), que mostra um artesão a trabalhar o bronze em Túnis, indo ao encontro do tema proposto para a edição deste ano: "Cidades a Trabalhar".

Mike Strong, Chairman e CEO da CB Richard Ellis EMEA, e júri do concurso, comentou: “A foto vencedora revela na perfeição a essência e os contrastes da vida urbana moderna – a serenidade no acto de trabalhar o bronze em contraste com o frenesim do mercado de Tunes. As imagens recebidas este ano distinguiram-se pela sua excepcional qualidade.”

O "Urban Photographer of the Year" existe desde 2006, tendo este ano concorrido fotógrafos profissionais e amadores de 74 países.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

"Da viagem e dos regressos" de Luis Ferreira é inaugurada amanhã

Patagónia, contrastes de aventura, Argentina 2009
© Luís Ferreira

A exposição “Da viagem e dos regressos”, será segundo o fotógrafo Luís Ferreiraum momento de encontro e partilha, de fotografia e histórias de viagem”.

A proposta abrange fotografias de duas naturezas tão distintas quanto preciosas: por um lado, um mergulho na singular beleza da Patagónia levar-nos-á num percurso sobre a ténue linha da sustentabilidade; por outro, a exuberante Indochina (Vietname, Cambodja, Tailândia e Laos) revela-nos olhares da mais bela criação – a humanidade –, propondo-nos o regresso ao nosso universo pessoal. Neste bilhete de ida-e-volta não poderia deixar de estar incluído um regresso às origens.”

A exposição de Luís Ferreira, será inaugurada amanhã, 19 de Abril, pelas 17:00 horas, no Edifício Central da Câmara Municipal de Lisboa

Estará patente ao público até 9 de Maio de 2011.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

“Indía: Quantos olhos tem uma alma” de Marcelo Buainain, em Braga

© Marcelo Buainain

Marcelo Buainain é um fotógrafo brasileiro, nascido em Campo Grande, corria o ano de 1962. Faz fotografia desde os 20 anos. Colaborou como fotojornalista com as revistas Manchete, Veja, Istoé, El Paseante e ainda com o jornal Folha de S.Paulo. Recebeu alguns prémios, entre os quais a Medalha de Ouro do Foto Série Society for New Design (USA) e da 2ª Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba, ambos em 1998. Expõe individualmente desde 1985, quando apresentou “Medicina vai à greve”, na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

Tem publicados dois livros: “India: Quantos olhos tem uma alma” em 2002, numa edição de autor e “Bahia: saga e misticismo” em 2004, editado pelo Centro Português de Fotografia.

O Museu da Imagem (Campo das Hortas, 35-37), em Braga apresenta até ao dia 8 de Maio a sua exposição “Indía: Quantos olhos tem uma alma”. De terça a sexta das 11:00 ás 19:00 horas e ao sábado e domingo, das 14:30 ás 18:00 horas.

Pode ver aqui a sua galeria no Flickr.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

“ O Fardo das Imagens (1945-1953) ”, de Adelino Lyon de Castro

© Adelino Lyon de Castro

No dia 7 de Abril foi inaugurada a exposição “ O Fardo das Imagens (1945-1953) ”, um conjunto de 70 imagens de Adelino Lyon de Castro.

Escreve a comissária Emília Tavares: “Em 2009, O Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado recebeu a generosa e importante doação, por parte de Tito Lyon de Castro, do espólio fotográfico de Adelino Lyon de Castro. Muito embora tenha sido uma figura de destaque do meio editorial e das letras, tendo fundado com o seu irmão, Francisco Lyon de Castro, as Publicações Europa-América (1945), a sua actividade como fotógrafo é praticamente desconhecida. Foi, sobretudo, um fotógrafo amador, muito embora tenha realizado algumas reportagens, sem dúvida, a mais relevante sobre os Jogos Olímpicos de Helsínquia em 1952. Apesar da sua breve actividade fotográfica, que podemos estabelecer entre meados da década de 1940 e 1953, ano da sua morte, Lyon de Castro produziu um conjunto de imagens cuja temática se apresenta coesa e consistente com as suas ideias políticas de oposição ao Estado Novo, assim como ao ideário de um socialismo humanista.”

As entradas são gratuitas aos domingos e feriados, até ás 14h00. Entre terça e sábado, das 10h00 às 18h00 a entrada custa 4€ e 2€ para pessoas com mais de 65 anos.

A exposição pode ser visitada até 12 de Junho, no MNAC - Museu do Chiado - Rua Serpa Pinto, 4 (Lisboa).