terça-feira, 19 de abril de 2011

Victor Melo vence o concurso "Urban Photographer of the Year”

© Victor Melo

O fotógrafo português Victor Melo venceu o concurso "Urban Photographer of the Year", aberto a todos os fotógrafos profissionais e amadores da Europa, Médio Oriente e África.

 O júri constituído por fotógrafos profissionais, escolheu a imagem captada pelo fotógrafo de Coimbra (residente em Sintra), que mostra um artesão a trabalhar o bronze em Túnis, indo ao encontro do tema proposto para a edição deste ano: "Cidades a Trabalhar".

Mike Strong, Chairman e CEO da CB Richard Ellis EMEA, e júri do concurso, comentou: “A foto vencedora revela na perfeição a essência e os contrastes da vida urbana moderna – a serenidade no acto de trabalhar o bronze em contraste com o frenesim do mercado de Tunes. As imagens recebidas este ano distinguiram-se pela sua excepcional qualidade.”

O "Urban Photographer of the Year" existe desde 2006, tendo este ano concorrido fotógrafos profissionais e amadores de 74 países.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

"Da viagem e dos regressos" de Luis Ferreira é inaugurada amanhã

Patagónia, contrastes de aventura, Argentina 2009
© Luís Ferreira

A exposição “Da viagem e dos regressos”, será segundo o fotógrafo Luís Ferreiraum momento de encontro e partilha, de fotografia e histórias de viagem”.

A proposta abrange fotografias de duas naturezas tão distintas quanto preciosas: por um lado, um mergulho na singular beleza da Patagónia levar-nos-á num percurso sobre a ténue linha da sustentabilidade; por outro, a exuberante Indochina (Vietname, Cambodja, Tailândia e Laos) revela-nos olhares da mais bela criação – a humanidade –, propondo-nos o regresso ao nosso universo pessoal. Neste bilhete de ida-e-volta não poderia deixar de estar incluído um regresso às origens.”

A exposição de Luís Ferreira, será inaugurada amanhã, 19 de Abril, pelas 17:00 horas, no Edifício Central da Câmara Municipal de Lisboa

Estará patente ao público até 9 de Maio de 2011.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

“Indía: Quantos olhos tem uma alma” de Marcelo Buainain, em Braga

© Marcelo Buainain

Marcelo Buainain é um fotógrafo brasileiro, nascido em Campo Grande, corria o ano de 1962. Faz fotografia desde os 20 anos. Colaborou como fotojornalista com as revistas Manchete, Veja, Istoé, El Paseante e ainda com o jornal Folha de S.Paulo. Recebeu alguns prémios, entre os quais a Medalha de Ouro do Foto Série Society for New Design (USA) e da 2ª Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba, ambos em 1998. Expõe individualmente desde 1985, quando apresentou “Medicina vai à greve”, na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

Tem publicados dois livros: “India: Quantos olhos tem uma alma” em 2002, numa edição de autor e “Bahia: saga e misticismo” em 2004, editado pelo Centro Português de Fotografia.

O Museu da Imagem (Campo das Hortas, 35-37), em Braga apresenta até ao dia 8 de Maio a sua exposição “Indía: Quantos olhos tem uma alma”. De terça a sexta das 11:00 ás 19:00 horas e ao sábado e domingo, das 14:30 ás 18:00 horas.

Pode ver aqui a sua galeria no Flickr.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

“ O Fardo das Imagens (1945-1953) ”, de Adelino Lyon de Castro

© Adelino Lyon de Castro

No dia 7 de Abril foi inaugurada a exposição “ O Fardo das Imagens (1945-1953) ”, um conjunto de 70 imagens de Adelino Lyon de Castro.

Escreve a comissária Emília Tavares: “Em 2009, O Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado recebeu a generosa e importante doação, por parte de Tito Lyon de Castro, do espólio fotográfico de Adelino Lyon de Castro. Muito embora tenha sido uma figura de destaque do meio editorial e das letras, tendo fundado com o seu irmão, Francisco Lyon de Castro, as Publicações Europa-América (1945), a sua actividade como fotógrafo é praticamente desconhecida. Foi, sobretudo, um fotógrafo amador, muito embora tenha realizado algumas reportagens, sem dúvida, a mais relevante sobre os Jogos Olímpicos de Helsínquia em 1952. Apesar da sua breve actividade fotográfica, que podemos estabelecer entre meados da década de 1940 e 1953, ano da sua morte, Lyon de Castro produziu um conjunto de imagens cuja temática se apresenta coesa e consistente com as suas ideias políticas de oposição ao Estado Novo, assim como ao ideário de um socialismo humanista.”

As entradas são gratuitas aos domingos e feriados, até ás 14h00. Entre terça e sábado, das 10h00 às 18h00 a entrada custa 4€ e 2€ para pessoas com mais de 65 anos.

A exposição pode ser visitada até 12 de Junho, no MNAC - Museu do Chiado - Rua Serpa Pinto, 4 (Lisboa).

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Festival de Cannes apresenta cartaz para 2011


O fotógrafo americano Jerry Schatzberg (Bronx, Nova Iorque, 26 de Junho de 1927) é o autor fotografia escolhida para cartaz da 64ª edição do Festival de Cinema de Cannes de 2011.

A imagem é de Faye Dunaway, e foi tirada em 1970,o mesmo ano em que Jerry Schatzeberg realizou "Puzzle of a Downfall Child", a sua primeira longa-metragem. O filme retrata uma infância perdida e Faye Dunaway desempenhou o papel principal.

Segundo a organizaçãp esta foto revela um "modelo de sofisticação e de elegância intemporal”.

Em 1973, Al Pacino liderou o elenco de "O Espantalho - The Scarecrow", com o qual Jerry Schatzerberg ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes.

Pode ver aqui o site de Schatzberg.

domingo, 3 de abril de 2011

"Império Azul I" de Luis Reina, no Porto

Abril 2009

 Parti à descoberta de uma das antigas jóias do Império Soviético - O Uzbequistão.
 Terra do outrora Império de Tamerlão, onde a imponência dos antigos palacetes czaristas russos e a magnificência dos tempos soviéticos se fazem sentir particularmente. Terras que se espraiam pelas areias douradas do Deserto de Gobi e pintam de azul os céus, com as suas cúpulas e minaretes. Terras de algodão e de seda e de um povo sorridente, que quer insistentemente ficar eternizado em objectivas negras, de um Mar Aral, morto pela prepotência do poder.
 Locais que numa primavera amena, pontualmente varrida pela chuva, fizeram as minhas delícias. Viajante errante por caminhos que a história quer esquecer. Glórias de antigos arquitectos e artistas, de cujo nome tão pouco se sabe. Terra de lendas e de paixão, onde a morte vingativa ficou eternizada em edifícios infinitos sob um céu azul. Terra da ciência e da cultura.
 Este é um registo de uma viagem que ficará para sempre gravada na minha memória.

(Luís Reina)