quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Razor Monkey Magazine

Fotografia retirada da Razor Monkey Magazine nº3
© Edisson Villegas

Razor Monkey Magazine é uma revista digital venezuelana.

Tem 6 números publicados, sendo que cada um é dedicado a um tema. A revista depois do número de apresentação, teve como temas anteriores “Pernas”, "Banhos”, “Retratos”, “Animal” e “Música”.
Os próximos temas serão “Líquidos” com a entrega de trabalhos a decorrer até 30 de Dezembro e “Amor”, cujos trabalhos terão que ser enviados até 30 de Janeiro, para director@razormonkeymagazine.com.

Deixo aqui o link da revista, cujos números publicados podem ser descarregados em pdf.

"Olhar Niemeyer, Look at Niemeyer"

Copan, São Paulo
© Tuca Vieira

Das mil e cinquenta fotografias que chegaram ao site lançado pela Comissão para as Comemorações dos 100 anos de Oscar Niemeyer - Portugal, trezentas foram seleccionadas para este “Olhar/Look at Niemeyer” (Ed. Teorema). Chegaram imagens do Brasil, Itália, Inglaterra, França, Portugal e Líbano, correspondendo aos países onde Niemeyer tem obra.
As fotografias de 103 autores, estão reunidas no livro bilingue português-inglês "Olhar/Look at Niemeyer", que foi lançado ontem em Lisboa. No dia em que Oscar Niemeyer faz 102 anos.
Niemeyer, certa vez afirmou que não é o ângulo recto que o atrai, mas "a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida".

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Macau, para sempre

Fortaleza
© António Mil-Homens

Portugal administrou Macau durante 442 anos. 10 anos depois da transferência de poderes de Portugal para a República Popular da China, a fotografia faz parte dos eventos comemorativos.

Macau, para sempre” é o título da exposição de fotografia de António Mil-Homens, que decorrerá até 4 de Janeiro no the Venetian Macao, em Macau.

Com fotografias de 1996, 1999 e outras já tiradas em 2006, António Mil-Homens recorda a Macau moderna, mas também a Macau antiga que já não existe devido ao boom da construção que chegou com a liberalização do jogo.

Macau corre no meu corpo desde o primeiro contacto visual e olfativo. É uma espécie de animal adormecido … mas pronto a saltar ao mínimo som, odor, imagem, associados à sua ambiência, às suas gentes, suas cores … ou ausência de cor. Porque Macau joga com o claro/escuro, o vermelho e o preto, o arco-íris e os cinzentos, a alegria e a serenidade, o drama por vezes e a paz”, diz António Mil-Homens.

Com o mesmo título da exposição, foi editado um livro com 88 fotografias, uma parceria da "De Ficção Multimédia Project" e da Casa de Portugal em Macau.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

"Nunca", de José Júpiter


No horário 14:30 às 19:00 (segunda a sexta-feira) e 10:00 às 13:00 (Sábado), pode ver na Galeria Colorfoto ( Rua Sá da Bandeira, 526, Porto) até 26 de Dezembro, a exposição "Nunca".
São fotografias de José Júpiter (pseudónimo de José Carlos Duarte), nascido em Juncal do Campo, Castelo Branco, em 1971. Em 1991 vai estudar para Lisboa, licenciando-se em Engenharia Informática. Nessa época tem os primeiros contactos com a fotografia e realiza três exposições. Depois muda-se para o Porto e desiste da fotografia. Em 2003, regressa a Lisboa e sob o pseudónimo de José Júpiter recomeça a fotografar. Em 2008 recebe uma menção honrosa no "Novos Talentos FNAC Fotografia" com o trabalho "A&J". Recomeça a expor em 2009, apresentando os trabalhos "Ursa Maior", "A Guerra dos Lobos", "Evidência" (integrado no "Projecto Alvito", do Atelier de Lisboa) e "Nunca".
"Para os fotógrafos como José Júpiter nada é indiferente. Nada lhes passa despercebido nada é desprezível. Na sua produção incansável de imagens só têm como critério fugir do consensual, daquilo que se afirma a partir das imagens produzidas por todos os outros não fotógrafos. As suas imagens passam pela construção de uma contracultura; não exactamente no sentido radical de ruptura com a realidade social mas num sentido em que, precisamente, a partir dessa realidade, supostamente indiferente e perversamente domesticada, se afirmará o seu olhar irónico, crítico ou redentor.No caso de José Júpiter este olhar pode ser muito subtil: dissimulado num enquadramento de uma empena lateral; na atenção sobre um objecto deslocado; na inquietação do que não se consegue ver por um tapume; ou sobre um sentido generalizado de inacção… No conjunto a atenção sobre objectos e espaços que, não sendo necessariamente disfuncionais, também não se esforçam por expressar sentido. Esta leitura é ainda reforçada pela ausência de pessoas o que contribui ainda para um afastamento da tradicional composição entre figura e fundo. No plano destas imagens tudo se torna sujeito".
Pode ver mais trabalhos do fotógrafo, aqui.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Fotógrafo português, venceu Concurso National Geographic

© Hugo Machado

A 4ª edição do Concurso Internacional Fotográfico National Geographic recebeu mais de 200.000 submissões.

O fotógrafo português Hugo Machado, venceu o Concurso, na Categoria Lugares, com uma fotografia, tirada na fronteira do Chile com a Bolívia, mostrando o Vulcão Licancabur.

Na categoria Pessoas o primeiro prémio foi para Debra Jansen (Atlanta, USA) e William Goodwin (Birmingham, Grã-Bretanha) ganhou a categoria Natureza.

O Júri era constituído por: Mark Thiessen (fotógrafo da National Geographic), Darren Smith (director de arte das edições internacionais da revista) e Maria Stenzel (fotojornalista)

Pode ver os resultados na edição de Janeiro de 2010, da revista National Geographic.

DILEMA, uma nova revista de fotografia


A Blue Ray editora, anunciou o nascimento de uma nova revista de fotografia, a DILEMA. É, segundo a editora, o complemento natural, da revista DP (mas maior).

A Dilema em termos de conteúdos, vai ser constituída essencialmente por “seis a oito portfólios de autores consagrados e de autores em ascenção artística, sempre a preto e branco”. Terá um formato 30x37 cm e será bimestral.

A saída da Dilema nº1 está marcada para 23 de Janeiro de 2010 (sábado) com uma tiragem de 10 mil exemplares e um preço de capa de 10 euros.

Na imagem a capa da nº 00, que já está impressa na sua totalidade e servirá de modelo de apresentação. A editora informa que já tem trabalhos de alguns dos melhores autores nacionais e estrangeiros para os primeiros números.