©Pereira Lopes
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Madonna antes de o ser
Em 1979, quando era uma simples bailarina, Madonna terá recebido 25 dólares pela sessão fotográfica onde Lee Friedlander captou esta imagem.
Agora, a fotografia do nu frontal da cantora, que em 1985 foi publicada pela revista Playboy, tornou-se tão apetecível que o valor final da venda foi o dobro do inicialmente previsto, sendo vendida anteontem em Nova Iorque por 37500 dólares (cerca de 30 mil euros) a um comprador anónimo.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Olhar as subculturas
Actualmente existem inúmeras comunidades de fotografia online que incentivam a um aumento de inspiração e criatividade, bem como o melhoramento da técnica fotográfica. Com mais de 142 mil utilizadores, a comunidade do Olhares.com é considerada a plataforma de língua portuguesa com maior número de fotógrafos registados, não só Portugueses mas também Brasileiros, e com uma galeria de mais de 1.6 milhões de fotografias.Assim, a Fnac Portugal e a Fnac Brasil associam-se ao Olhares para lançar um desafio aos seus membros: o de olhar e reflectir, através da fotografia, sobre o conceito de subcultura.
De 11 de Fevereiro a 1 de Março a Fnac e o Olhares convidam-no a participar nesta iniciativa. Cada participante pode apresentar 2 a 6 fotografias.A partir de 26 de Março, todos os trabalhos seleccionados serão apresentados sob o nome “Olhar as subculturas”, nas Galerias Fnac em simultâneo em Portugal e no Brasil.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Um retrato... a p&b
©Pereira Lopes
Um relatório divulgado no dia 22 de Maio de 2008 pela Comissão Europeia, intitulado um «Olhar sobre a Pobreza», concluiu que Portugal é o país da União Europeia (UE) que apresenta as maiores desigualdades sociais e económicas.
De acordo com o relatório, Portugal tem o número mais elevado de pobres e apresenta as maiores desigualdades sociais, sendo que 9% dos portugueses – (960 mil pessoas) – sobrevivem com menos de 10 euros por dia, enquanto que a média europeia situa-se nos 5%.
azul Siquier
Pela primeira vez na sua larga carreira, Carlos Pérez Siquier (Almería, 1930) mostra a sua obra numa exposição individual no Centro Andaluz da Fotografia (CAF). O Prémio Nacional de Fotografia em 2003 elegeu o Parque Natural do Cabo da Gata-Níjar e com o título Ao fim e ao cabo reúne 50 imagens de 50 anos de trabalho e admiração por uma paisagem que, mais que física "é mental", diz este artista pioneiro da vanguarda fotográfica em Espanha.
A luz, a cal, os brancos da arquitectura e o azul Siquier, denominado assim pelo comissário da mostra, António Lafarque, são os ingredientes da exposição "mais poética" de Pérez Siquier, que poderá visitar-se até 22 de Março no antigo liceu de Almería.
Junto ás fotos, 76 poetas mostram os seus versos inspirados no Cabo da Gata: escritores consagrados e falecidos como Valente ou Villaespesa; referencias locais como Miguel Naveros, Pilar Quirosa ou José Luis López Bretones; y outros que se renderam à natureza do parque como Luis Antonio de Villena, Joan Margarit ou Benjamín Prado. Fotografias e poemas do Cabo da Gata redescobrem ao visitante "um caminho de imagens e palavras sobre uma extraordinária paisagem", afirmou a conselheira da Cultura, Rosa Torres.
Ao fim e ao cabo recolhe o trabalho figurativo, abstracto e o realismo mágico de Pérez Siquier, sempre com as suas cores puras e mediterrânicas que o identificam. "Tratei de resumir em símbolos as provocações visuais e fazê-las intemporais. Que perdurem. Fujo de qualquier tópico e não me deixo levar pela excepcionalidade da paisagem. Se o fizesse, me convertia num documentalista e seriam fotos convencionais. O trabalho do artista é criar", reconhece Pérez Siquier.
As 50 fotografias são apresentadas em grande formato e mostram todos os recantos do parque natural: arquitectura em ruínas, primeros planos que são texturas pictóricas, formações geológicas, a luz e um céu e um mar tão azuis como só Pérez Siquier sabe fotografar. "É um azul muito característico. Eu procurei-o e alguns poetas escreveram sobre esse azul”.
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